Falsidade um dos piores lados do ser humano
Aquela pessoa que se chega com carinha de anjo
Mas por trás se esconde um monstro
Capaz de jogar o mundo contra o mundo
Aquela pessoa que finge ser aquilo que nunca foi
Mentira a arma dos incompetentes.
Essa muito usada pelos falsos, pelos hipócritas
A mentira gera muito mal entre as pessoas
Uma mentira pequena aqui
Gera mais adiante um mal maior
Falsidade e mentira juntos é um mal irreversível
Uma doença crônica e degenerativa
Da pessoa que possui
Contagiando a quem está a sua volta
Falsidade e mentira são as armas dos covardes
Dos fracos de personalidade
Daqueles que acham que mentindo e inventando
Podem galgar algum lugar
Obter algum sucesso
Só que esquecem que a mentira tem perna curta
E a falsidade é facilmente percebida
Por quem tem Coração e Alma
Mas quem tem no coração o amor saberá perdoar e dar como retribuição Amor, carinho, e acima de tudo Respeito
Tentando assim ensiná-lo a viver
Transformando-o num ser humano com alma.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Por que morremos?
Reinaldo José Lopes
Quais são os únicos seres vivos potencialmente imortais da Terra? Errou feio quem colocou árvores ou tartarugas na resposta. Em condições ideais, são as humildes bactérias as únicas criaturas a não morrer. Se você der a esses micróbios comida à vontade e ambiente aconchegante, elas simplesmente se multiplicam sem parar, dividindo suas células únicas em novos “clones”. É claro que essa multiplicação leva à competição entre “mães” e “filhas” e muitas acabam morrendo, mas não há nada inevitável nisso. A morte, ao que tudo indica, é uma doença sexualmente transmissível.
Parece maluco, mas talvez seja a mais pura verdade. Os biólogos andam descobrindo que os eventos que levam à velhice e à morte não são um programa detalhado de autodestruição, tal como acontece com a programação genética que envolve o nascimento e o crescimento dos seres vivos complexos. Se eles estiverem certos, morrer seria só um efeito colateral um tanto desagradável da necessidade de se reproduzir com a ajuda de outro indivíduo da mesma espécie, num mundo de recursos limitados.
Parece maluco, mas talvez seja a mais pura verdade. Os biólogos andam descobrindo que os eventos que levam à velhice e à morte não são um programa detalhado de autodestruição, tal como acontece com a programação genética que envolve o nascimento e o crescimento dos seres vivos complexos. Se eles estiverem certos, morrer seria só um efeito colateral um tanto desagradável da necessidade de se reproduzir com a ajuda de outro indivíduo da mesma espécie, num mundo de recursos limitados.
FAZENDO AS CONTAS
Ainda há dúvidas sobre o porquê de o sexo ter se tornado tão importante para os seres vivos. Mas, uma vez estabelecido, ele forçou os organismos, de certo modo, a “fazerem as contas” em relação à própria sobrevivência. (De forma inconsciente, é claro; o que parece controlar o mecanismo é apenas o sucesso ou fracasso reprodutivo de cada indivíduo.)
Num mundo sexual, a única chance de um bicho, planta ou fungo passar seus genes adiante é misturando-os com os de outro indivíduo. Acontece que não dá para fazer tudo ao mesmo tempo: o organismo precisa “decidir” quanta energia gastar para continuar vivo até achar um parceiro, e quanto dessa energia vale a pena investir no sexo e nos filhotes que virão a partir dele. Se a criatura em questão for relativamente indefesa e viver correndo de predadores, vale a pena se reproduzir logo e produzir ninhadas enormes, porque o risco de morrer antes disso é gigante. Por outro lado, se a espécie não tem inimigos naturais, compensa fazer tudo com mais calma.
Isso explica por que camundongos e ratos vivem pouquíssimo, enquanto bichos do mesmo tamanho, mas voadores (como aves e morcegos), chegam a demorar até 10 vezes mais para morrer de velhice, porque são presa menos fácil. O mesmo acontece com animais grandalhões, que quase nenhuma outra criatura consegue caçar, como baleias e elefantes. Ao mesmo tempo, as criaturas de vida longa têm muito menos filhotes, que demoram mais a crescer. O que acontece é que pelo menos alguns genes que favorecem o potencial reprodutivo na juventude também acabam conduzindo à morte na velhice, mas, como o indivíduo já deixou descendentes mesmo, a ação “ruim” deles não é barrada pela seleção natural. Aparentemente, não dá para ter uma coisa boa sem a outra coisa, ruim.
Alguns estudos, contudo, têm mostrado que é possível “enganar” o corpo e fazê-lo adiar o envelhecimento. Roedores e vermes submetidos a uma dieta de fome, por exemplo, ou com órgãos sexuais retirados, vivem muito mais – no caso de certos vermes, o equivalente a uma pessoa com uns 600 anos de idade. É como se o organismo “sentisse” que o ambiente está hostil e pouco favorável à reprodução (ou que não vai se reproduzir mesmo, no caso dos castrados) e dirigisse todas as energias à autopreservação. Já há cientistas falando em usar o conceito para tentar “engenheirar” a imortalidade humana ou, ao menos, aumentar drasticamente a nossa longevidade.
Num mundo sexual, a única chance de um bicho, planta ou fungo passar seus genes adiante é misturando-os com os de outro indivíduo. Acontece que não dá para fazer tudo ao mesmo tempo: o organismo precisa “decidir” quanta energia gastar para continuar vivo até achar um parceiro, e quanto dessa energia vale a pena investir no sexo e nos filhotes que virão a partir dele. Se a criatura em questão for relativamente indefesa e viver correndo de predadores, vale a pena se reproduzir logo e produzir ninhadas enormes, porque o risco de morrer antes disso é gigante. Por outro lado, se a espécie não tem inimigos naturais, compensa fazer tudo com mais calma.
Isso explica por que camundongos e ratos vivem pouquíssimo, enquanto bichos do mesmo tamanho, mas voadores (como aves e morcegos), chegam a demorar até 10 vezes mais para morrer de velhice, porque são presa menos fácil. O mesmo acontece com animais grandalhões, que quase nenhuma outra criatura consegue caçar, como baleias e elefantes. Ao mesmo tempo, as criaturas de vida longa têm muito menos filhotes, que demoram mais a crescer. O que acontece é que pelo menos alguns genes que favorecem o potencial reprodutivo na juventude também acabam conduzindo à morte na velhice, mas, como o indivíduo já deixou descendentes mesmo, a ação “ruim” deles não é barrada pela seleção natural. Aparentemente, não dá para ter uma coisa boa sem a outra coisa, ruim.
Alguns estudos, contudo, têm mostrado que é possível “enganar” o corpo e fazê-lo adiar o envelhecimento. Roedores e vermes submetidos a uma dieta de fome, por exemplo, ou com órgãos sexuais retirados, vivem muito mais – no caso de certos vermes, o equivalente a uma pessoa com uns 600 anos de idade. É como se o organismo “sentisse” que o ambiente está hostil e pouco favorável à reprodução (ou que não vai se reproduzir mesmo, no caso dos castrados) e dirigisse todas as energias à autopreservação. Já há cientistas falando em usar o conceito para tentar “engenheirar” a imortalidade humana ou, ao menos, aumentar drasticamente a nossa longevidade.
Sobreviva
1. Seja grande:
Bichos com tamanho corporal maior também tendem a viver mais tempo.
2. Não tenha inimigos:
Criaturas sem predadores podem envelhecer naturalmente mais devagar que presas fáceis.
3. Transe tarde:
Demorar para se reproduzir é outro remédio tiro e queda contra a velhice.
4. Coma pouco:
É a chamada restrição calórica. Sem ficar desnutrido, devore só o mínimo.
Apoptose é o nome dado à morte programada de células. Trata-se do único processo de senescência “deliberada” entre os seres vivos.
Bichos com tamanho corporal maior também tendem a viver mais tempo.
2. Não tenha inimigos:
Criaturas sem predadores podem envelhecer naturalmente mais devagar que presas fáceis.
3. Transe tarde:
Demorar para se reproduzir é outro remédio tiro e queda contra a velhice.
4. Coma pouco:
É a chamada restrição calórica. Sem ficar desnutrido, devore só o mínimo.
Apoptose é o nome dado à morte programada de células. Trata-se do único processo de senescência “deliberada” entre os seres vivos.
O Crítico
quinta-feira, 25 de junho de 2009
"NÃO SEI"
Texto de Max Gehringer
Se vc ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:
Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e alí... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:
- Será que vai chover hoje?
Se você responder "com certeza"...a sua área é Vendas:
- o pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua área é Marketing:
- o pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.
Se você responder "sim há uma boa probabilidade"...você é da área de Engenharia:
- o pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
Se a resposta for "depende"...você nasceu para Recursos Humanos:
- uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"...você é da área de Contabilidade:
- o pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos.
Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas":
- então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada
para qualquer virada de tempo.
Agora, se você responder "não sei" há uma boa chance que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.
De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe.
Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.
"Não sei", é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo e pré dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.
Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.
Por quê?
Eu sinceramente "não sei".
O Crítico
sexta-feira, 19 de junho de 2009
A Falsidade
Falsidade é a característica do que não é verdadeiro e, de fato, o ser humano muitas vezes se sente, na nossa sociedade, quase obrigada a ser falso. A mentira, o engodo, o engano, a falsa aparência, a esnobação e a desfaçatez são gêneros de primeira necessidade nos relacionamentos entre as pessoas. O orgulho e a busca de reconhecimento trazem consigo a necessidade quase inadiável de aparentar algo que não se é.
A falsidade em sua concepção traz á pessoa certos proveitos. Omitir sua condição, ou se mostrar de maneira diferente para levar vantagens, obter lucros, ascensão social, desmoralizar outras pessoas entre outros.
Essa parece ser a ética do mundo. Rui Barbosa, o grande jurista brasileiro, afirmou certa vez, dentre outras coisas, que de tanto ver triunfar a mentira e a falsidade, tinha até vergonha de ser honesto.
É fácil tornar um relato mais interessante acrescentando a ele alguns detalhes, como também é fácil fraudar uma história quando lhe dispensamos uma omissão ou ação. É simples deduzir que não existe o que se pode chamar de “falsidade particular”, ou seja, uma informação fora do verdadeiro não prejudica somente a pessoa que a pratica.
A falsidade em sua concepção traz á pessoa certos proveitos. Omitir sua condição, ou se mostrar de maneira diferente para levar vantagens, obter lucros, ascensão social, desmoralizar outras pessoas entre outros.
Essa parece ser a ética do mundo. Rui Barbosa, o grande jurista brasileiro, afirmou certa vez, dentre outras coisas, que de tanto ver triunfar a mentira e a falsidade, tinha até vergonha de ser honesto.
É fácil tornar um relato mais interessante acrescentando a ele alguns detalhes, como também é fácil fraudar uma história quando lhe dispensamos uma omissão ou ação. É simples deduzir que não existe o que se pode chamar de “falsidade particular”, ou seja, uma informação fora do verdadeiro não prejudica somente a pessoa que a pratica.
Motivos da Falsidade
A prática da falsidade está muito avançada em determinadas áreas da sociedade, motivados por:
Obter vantagem sobre pessoas ou situações.
Lucro de carater econômico ou social.
Desmoralizar Pessoas e Grupos étnicos.
O Crítico
Fonte: Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Falsidade> Acessado em: 19/06/2009 às 15:00
terça-feira, 16 de junho de 2009
RECONHECENDO UMA MENTIRA
1. A pessoa fará pouco ou nenhum contato direto nos olhos;
2. A expressão física será limitada, com poucos movimentos dos braços e das mãos. Quando tais movimentos ocorrem, eles parecem rígidos e mecânicos. As mãos, os braços e as pernas tendem a ficar encolhidos contra o corpo e a pessoa ocupa menos espaço;
3. Uma ou ambas as mãos podem ser levadas ao rosto (a mão pode cobrir a boca, indicando que ela não acredita - ou está insegura - no que está dizendo). Também é improvável que a pessoa toque seu peito com um gesto de mão aberta;
4. A fim de parecer mais tranqüila, a pessoa poderá se encolher um pouco;
5. Não há sincronismo entre gestos e palavras;
6. A cabeça se move de modo mecânico;
7. Ocorre o movimento de distanciamento da pessoa para longe de seu acusador, possivelmente em direção à saída;
8. A pessoa que mente reluta em se defrontar com seu acusador e pode virar sua cabeça ou posicionar seu corpo para o lado oposto;
9. O corpo ficará encolhido. É improvável que permaneça ereto;
10. Haverá pouco ou nenhum contato físico por parte da pessoa durante a tentativa de convencê-lo;
11. A pessoa não apontará seu dedo para quem está tentando convencer;
12. Observe para onde os olhos da pessoa se movem na hora da resposta de sua pergunta. Se olhar para cima e à direita, e for destra, tem grandes chances de estar mentindo.
13. Observe o tempo de demora na resposta de sua pergunta. Uma demora na resposta indica que ela está criando a desculpa e em seguida verificando se esta é coerente ou não. A pessoa que mente não consegue responder automaticamente à sua pergunta.
14. A pessoa que mente adquire uma expressão corporal mais relaxada quando você muda de assunto.
15. Se a pessoa ficar tranqüila enquanto você a acusa, então é melhor desconfiar. Dificilmente as pessoas ficam tranqüilas enquanto são acusadas por algo que sabem que são inocentes. A tendência natural do ser humano é manter um certo desespero para provar que é inocente. Por outro lado, a pessoa que mente fica quieta, evitando a todo custo falar de mais detalhes sobre a acusação;
16. Quem mente utilizará as palavras de quem o ouve para afirmar seu ponto de vista;
17. A pessoa que mente continuará acrescentando informações até se certificar de que você se convenceu com o que ela disse;
18. Ela pode ficar de costas para a parede, dando a impressão que mentalmente está pronta para se defender;
19. Em relação à história contada, o mentiroso, geralmente, deixa de mencionar aspectos negativos;
20. Um mentiroso pode estar pronto para responder as suas perguntas, mas ele mesmo não coloca nenhuma questão.
21. A pessoa que mente pode utilizar as seguintes frases para ganhar tempo, a fim de pensar numa resposta (ou como forma de mudar de assunto): "Por que eu mentiria para você?", "Para dizer a verdade...", "Para ser franco...", "De onde você tirou essa idéia?", "Por que está me perguntando uma coisa dessas?", "Poderia repetir a pergunta?", "Eu acho que este não é um bom lugar para se discutir isso", "Podemos falar mais tarde a respeito disso?", "Como se atreve a me perguntar uma coisa dessas?";
22. Ela evita responder, pedindo para você repetir a pergunta, ou então responde com outra pergunta;
23. A pessoa utiliza de humor e sarcasmo para aliviar as preocupações do interlocutor;
24. A pessoa que está mentindo pode corar, transpirar e respirar com dificuldade;
25. O corpo da pessoa mentirosa pode ficar trêmulo: as mãos podem tremer. Se a pessoa estiver escondendo as mãos, isso pode ser uma tentativa de ocultar um tremor incontrolável.
26. Observe a voz. Ela pode falhar e a pessoa pode parecer incoerente;
27. Voz fora do tom: as cordas vocais, como qualquer outro músculo, tendem a ficar enrijecidos quando a pessoa está sob pressão. Isso produzirá um som mais alto.
28. Engolir em seco: a pessoa pode começar a engolir em seco.
29. Pigarrear: Se ela estiver mentindo têm grandes chances de pigarrear enquanto fala com você. Devido à ansiedade, o muco se forma na garganta, e uma pessoa que fala em público, se estiver nervosa, pode pigarrear para limpar a garganta antes de começar a falar.
30. Já reparou que quando estamos convictos do que estamos dizendo, nossas mãos e braços gesticulam, enfatizando nosso ponto de vista e demonstrando forte convicção? A pessoa que mente não consegue fazer isso. Esteja atento.
2. A expressão física será limitada, com poucos movimentos dos braços e das mãos. Quando tais movimentos ocorrem, eles parecem rígidos e mecânicos. As mãos, os braços e as pernas tendem a ficar encolhidos contra o corpo e a pessoa ocupa menos espaço;
3. Uma ou ambas as mãos podem ser levadas ao rosto (a mão pode cobrir a boca, indicando que ela não acredita - ou está insegura - no que está dizendo). Também é improvável que a pessoa toque seu peito com um gesto de mão aberta;
4. A fim de parecer mais tranqüila, a pessoa poderá se encolher um pouco;
5. Não há sincronismo entre gestos e palavras;
6. A cabeça se move de modo mecânico;
7. Ocorre o movimento de distanciamento da pessoa para longe de seu acusador, possivelmente em direção à saída;
8. A pessoa que mente reluta em se defrontar com seu acusador e pode virar sua cabeça ou posicionar seu corpo para o lado oposto;
9. O corpo ficará encolhido. É improvável que permaneça ereto;
10. Haverá pouco ou nenhum contato físico por parte da pessoa durante a tentativa de convencê-lo;
11. A pessoa não apontará seu dedo para quem está tentando convencer;
12. Observe para onde os olhos da pessoa se movem na hora da resposta de sua pergunta. Se olhar para cima e à direita, e for destra, tem grandes chances de estar mentindo.
13. Observe o tempo de demora na resposta de sua pergunta. Uma demora na resposta indica que ela está criando a desculpa e em seguida verificando se esta é coerente ou não. A pessoa que mente não consegue responder automaticamente à sua pergunta.
14. A pessoa que mente adquire uma expressão corporal mais relaxada quando você muda de assunto.
15. Se a pessoa ficar tranqüila enquanto você a acusa, então é melhor desconfiar. Dificilmente as pessoas ficam tranqüilas enquanto são acusadas por algo que sabem que são inocentes. A tendência natural do ser humano é manter um certo desespero para provar que é inocente. Por outro lado, a pessoa que mente fica quieta, evitando a todo custo falar de mais detalhes sobre a acusação;
16. Quem mente utilizará as palavras de quem o ouve para afirmar seu ponto de vista;
17. A pessoa que mente continuará acrescentando informações até se certificar de que você se convenceu com o que ela disse;
18. Ela pode ficar de costas para a parede, dando a impressão que mentalmente está pronta para se defender;
19. Em relação à história contada, o mentiroso, geralmente, deixa de mencionar aspectos negativos;
20. Um mentiroso pode estar pronto para responder as suas perguntas, mas ele mesmo não coloca nenhuma questão.
21. A pessoa que mente pode utilizar as seguintes frases para ganhar tempo, a fim de pensar numa resposta (ou como forma de mudar de assunto): "Por que eu mentiria para você?", "Para dizer a verdade...", "Para ser franco...", "De onde você tirou essa idéia?", "Por que está me perguntando uma coisa dessas?", "Poderia repetir a pergunta?", "Eu acho que este não é um bom lugar para se discutir isso", "Podemos falar mais tarde a respeito disso?", "Como se atreve a me perguntar uma coisa dessas?";
22. Ela evita responder, pedindo para você repetir a pergunta, ou então responde com outra pergunta;
23. A pessoa utiliza de humor e sarcasmo para aliviar as preocupações do interlocutor;
24. A pessoa que está mentindo pode corar, transpirar e respirar com dificuldade;
25. O corpo da pessoa mentirosa pode ficar trêmulo: as mãos podem tremer. Se a pessoa estiver escondendo as mãos, isso pode ser uma tentativa de ocultar um tremor incontrolável.
26. Observe a voz. Ela pode falhar e a pessoa pode parecer incoerente;
27. Voz fora do tom: as cordas vocais, como qualquer outro músculo, tendem a ficar enrijecidos quando a pessoa está sob pressão. Isso produzirá um som mais alto.
28. Engolir em seco: a pessoa pode começar a engolir em seco.
29. Pigarrear: Se ela estiver mentindo têm grandes chances de pigarrear enquanto fala com você. Devido à ansiedade, o muco se forma na garganta, e uma pessoa que fala em público, se estiver nervosa, pode pigarrear para limpar a garganta antes de começar a falar.
30. Já reparou que quando estamos convictos do que estamos dizendo, nossas mãos e braços gesticulam, enfatizando nosso ponto de vista e demonstrando forte convicção? A pessoa que mente não consegue fazer isso. Esteja atento.
O Crítico
sexta-feira, 5 de junho de 2009
O acidente do Airbus e o IBOPE.
Esta charge do Marco Aurélio diz tudo. A imprensa preocupada em obter altos índices de audiência, para assim conseguir mais anunciantes e conquentemente maiores lucros, utiliza do sofrimento e da tristeza alheia como uma forma de alavancar a audiência. Quem está assistindo televisão nos últims dias percebe que a queda do avião parece ser o único problema do Brasil. Não que este fato seja relevante, bem pelo contrário, ele deve ser avaliado para buscar uma solução para as possíveis causas do ocorrido, mas não podemos aceitar que este seja o "único" problema ou notícia a ser transmitido nos noticiários.Cabe a nós buscarmos canais de televisão menos preocupados com os índices do IBOPE e mais preocupados em transmitir educação e informação de qualidade, pois desta forma, poderemos mudar a programação e o foco da televisão brasileira, de forma a agregarmos alguma coisa quando assistimos televisão!
O Crítico
Fonte da Imagem: Blog Os Diaristas - Zero Hora. Junho, 2009.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Sequestro Rêlampago!
Como essa informação me foi passada por uma defensora do Tribunal que por sua vez recebeu de uma juiza, nada custa se lembrar caso sejam vítimas de um seqüestro relâmpago. Não desejo a ninguém esta experiência.
POLÍCIA FEDERAL
POLÍCIA FEDERAL
Para o conhecimento
SE VOCÊ TIVER INFORTÚNIO DE SER VÍTIMA DE UM SEQÜESTRO-RELÂMPAGO, E TIVER QUE SACAR DINHEIRO NUM CAIXA ELETRÔNICO, MANTENHA A CALMA E TECLE SUA SENHA DE MANEIRA INVERSA!
POR EXEMPLO, SE SUA SENHA FOR 1234, VC TECLA 4321.O CAIXA ELETRÔNICO VAI TE DAR O DINHEIRO, MAS VAI AVISAR A POLICIA, POIS DIGITAR UMA SENHA INVERTIDA ACIONA O MECANISMO DE EMERGÊNCIA!POR FAVOR, PASSE A TODOS, ISSO E MUITO IMPORTANTE E A MAIORIA DAS PESSOAS AINDA NÃO SABE DISSO.
Liliane P. Bastos
CRP: 10529 Brasília - DF
Juíza Federal de Mediação Arbitral - ANAJUS - BRASIL
Registro Nacional: A009755
61 3338-6518/9961-7919
O Crítico
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Oligopólio da Comunicação.
Quando quatro corporações (Viacom, Disney, AOL Time-Warner e Rupert Murdoch) concentram 90% da produção de jornais, rádios, televisão, teatro e cinema, fica descaracterizada qualquer possibilidade de democracia nos meios de comunicação.
No Brasil, seis grupos controlam 667 estações de rádio e televisão. A informação produzida por este oligopólio é manipulada e envenenada de acordo com interesses outros que não os da sociedade.
Os veículos de comunicação da grande mídia limitam-se a transmitir as informações de maneira a agradar a elite político-econômica que a controla.
Para isso, distorce fatos, fabrica versões, descontextualiza acontecimentos e omite detalhes. Espalha o conformismo.
Dessa forma, molda percepções e define estilos de vida. Constrói e sustenta os paradigmas que permitem a manutenção do status quo.
Assim, observa-se uma grave distorção de valores. Em lugar da comunicação ética, voltada para o desenvolvimento social, tem-se uma comunicação voltada única e exclusivamente para o lucro, embora muitas vezes dissimulada por campanhas superficiais, que estimulam o mais baixo tipo de caridade - aquela que meramente consola, conforma e humilha, sem nunca questionar a crescente desigualdade social. Por isso, perdemos a confiança na grande mídia.
O papel dos meios de comunicação deveria ser democratizar o saber, educar, investigar e denunciar a corrupção. Entretanto, hoje em dia está cada vez mais difícil encontrar tais qualidades numa redação – entregue aos desmandos de empresas que insistem em colocar o lucro acima da vida.
No Brasil, seis grupos controlam 667 estações de rádio e televisão. A informação produzida por este oligopólio é manipulada e envenenada de acordo com interesses outros que não os da sociedade.
Os veículos de comunicação da grande mídia limitam-se a transmitir as informações de maneira a agradar a elite político-econômica que a controla.
Para isso, distorce fatos, fabrica versões, descontextualiza acontecimentos e omite detalhes. Espalha o conformismo.
Dessa forma, molda percepções e define estilos de vida. Constrói e sustenta os paradigmas que permitem a manutenção do status quo.
Assim, observa-se uma grave distorção de valores. Em lugar da comunicação ética, voltada para o desenvolvimento social, tem-se uma comunicação voltada única e exclusivamente para o lucro, embora muitas vezes dissimulada por campanhas superficiais, que estimulam o mais baixo tipo de caridade - aquela que meramente consola, conforma e humilha, sem nunca questionar a crescente desigualdade social. Por isso, perdemos a confiança na grande mídia.
O papel dos meios de comunicação deveria ser democratizar o saber, educar, investigar e denunciar a corrupção. Entretanto, hoje em dia está cada vez mais difícil encontrar tais qualidades numa redação – entregue aos desmandos de empresas que insistem em colocar o lucro acima da vida.
O crítico
Fonte: Disponível em: www.fazendomedia.com Acessado em: 03/06/2009 às 9:30.
O Escandâlo do Papa Tudo
Texto de Roméro da Costa Machado
Quando surgiu o Papatudo, o jornalista Hélio Fernandes, na Tribuna da Imprensa, disse com todas as letras que aquilo cheirava a um grande golpe e que não tinha uma chance em um milhão de dar certo um empreendimento entre Artur Falk (que o Hélio chamava de Artur Desfalk, pelo seu passado negro de tramóias) e Roberto Marinho.
Logo logo, com exclusividade da Rede Globo (impresso no verso dos bilhetes), e apresentação de Xuxa Meneghel (que pedia às crianças do Brasil inteiro para que pedissem aos seus pais que comprassem os bilhetinhos do "titio" Artur Falk ou Desfalk, no dizer do Hélio Fernandes) a Globo, usando os Correios como ponto de venda, no Brasil inteiro, criou o seu "Baú da Felicidade", para concorrer com o Sílvio Santos, do SBT.
Prometiam que, além da recompra garantida, os futuros compradores ainda concorreriam a grandes prêmios milionários e parte da arrecadação ainda seria destinada a instituições de caridade. E numa colossal e obscena "pirâmide" infestaram o Brasil inteiro com promessas milagrosas de enriquecimento fácil, sempre tendo à frente a exclusividade da Globo, a insuspeita Xuxa e a benemerência de instituições de caridade. (Uma espécie de "Criança Esperança", com carnê).
Embalado pelos heróis da Globo e dos "embaixadores" da Unicef, o país inteiro comprou, muitas e muitas vezes, os bilhetinhos do "titio" Artur Falk (ou Desfalk), veiculados pela Globo e apresentado pela irrepreensível Xuxa ("Compra, compra, pede para a mamãe e o papai comprar"). Os Correios vendiam, as lotéricas vendiam, os bobos compravam (como os doadores do Criança-Esperança), até que passado o período para resgate dos "bilhetinhos" milagrosos do "titio" Falk (ou Desfalk) os Correios pararam de resgatar os bilhetes pois não recebiam do Papatudo (Interunion/Globo/etc). Os lotéricos deixaram de resgatar os bilhetes que indenizariam os compradores. E o grande golpe nacional previamente anunciado foi dado nas barbas da nação inteira, onde o mico ficou na mão do povo, que não tinha de quem receber.
Eu e o repórter Saulo Gomes fomos levantar o total do golpe do Papatudo (além do golpe do Hotel Nacional dado como "garantia"). E na "ilha dos lotéricos", em São Paulo, conseguimos do presidente da associação dos lotéricos o acesso ao cofre (e gravamos) montanhas de bilhetes num cofre-forte gigante que mais parecia um bunker, girando em torno de 200 milhões. E vejam bem, os lotéricos não foram os maiores prejudicados, pois ao não receberem pelos bilhetes comprados, pararam de recomprar os bilhetes do povo e estancaram o golpe. Idem os Correios, que ao não receberem pelo bilhetes que os Correios resgatavam das pessoas interromperam a prorrogação do golpe. Mas o povo, que ficou com o bilhete na mão e não tinha a quem recorrer, de quem resgatar, de quem receber, morreu com o mico na mão, num golpe girando perto de um bilhão.
E assim, usando uma grande rede de televisão (Papatudo, exclusividade Rede Globo), uma grande vendedora agindo diretamente no público infantil induzindo a que crianças pedissem aos pais para comprarem (Xuxa), associados ao insuspeito "titio" Artur Falk (ou Desfalk) foi dado um dos maiores golpes - conto do vigário - na população tola, que acredita na Rede Globo, que compra os produtos que ela anuncia, que doa para as "instituições de caridade" abençoadas pela Globo (tipo Criança Esperança).
Pobre população ludibriada que se comove com os trambiques glamourizados da televisão.
Logo logo, com exclusividade da Rede Globo (impresso no verso dos bilhetes), e apresentação de Xuxa Meneghel (que pedia às crianças do Brasil inteiro para que pedissem aos seus pais que comprassem os bilhetinhos do "titio" Artur Falk ou Desfalk, no dizer do Hélio Fernandes) a Globo, usando os Correios como ponto de venda, no Brasil inteiro, criou o seu "Baú da Felicidade", para concorrer com o Sílvio Santos, do SBT.
Prometiam que, além da recompra garantida, os futuros compradores ainda concorreriam a grandes prêmios milionários e parte da arrecadação ainda seria destinada a instituições de caridade. E numa colossal e obscena "pirâmide" infestaram o Brasil inteiro com promessas milagrosas de enriquecimento fácil, sempre tendo à frente a exclusividade da Globo, a insuspeita Xuxa e a benemerência de instituições de caridade. (Uma espécie de "Criança Esperança", com carnê).
Embalado pelos heróis da Globo e dos "embaixadores" da Unicef, o país inteiro comprou, muitas e muitas vezes, os bilhetinhos do "titio" Artur Falk (ou Desfalk), veiculados pela Globo e apresentado pela irrepreensível Xuxa ("Compra, compra, pede para a mamãe e o papai comprar"). Os Correios vendiam, as lotéricas vendiam, os bobos compravam (como os doadores do Criança-Esperança), até que passado o período para resgate dos "bilhetinhos" milagrosos do "titio" Falk (ou Desfalk) os Correios pararam de resgatar os bilhetes pois não recebiam do Papatudo (Interunion/Globo/etc). Os lotéricos deixaram de resgatar os bilhetes que indenizariam os compradores. E o grande golpe nacional previamente anunciado foi dado nas barbas da nação inteira, onde o mico ficou na mão do povo, que não tinha de quem receber.
Eu e o repórter Saulo Gomes fomos levantar o total do golpe do Papatudo (além do golpe do Hotel Nacional dado como "garantia"). E na "ilha dos lotéricos", em São Paulo, conseguimos do presidente da associação dos lotéricos o acesso ao cofre (e gravamos) montanhas de bilhetes num cofre-forte gigante que mais parecia um bunker, girando em torno de 200 milhões. E vejam bem, os lotéricos não foram os maiores prejudicados, pois ao não receberem pelos bilhetes comprados, pararam de recomprar os bilhetes do povo e estancaram o golpe. Idem os Correios, que ao não receberem pelo bilhetes que os Correios resgatavam das pessoas interromperam a prorrogação do golpe. Mas o povo, que ficou com o bilhete na mão e não tinha a quem recorrer, de quem resgatar, de quem receber, morreu com o mico na mão, num golpe girando perto de um bilhão.
E assim, usando uma grande rede de televisão (Papatudo, exclusividade Rede Globo), uma grande vendedora agindo diretamente no público infantil induzindo a que crianças pedissem aos pais para comprarem (Xuxa), associados ao insuspeito "titio" Artur Falk (ou Desfalk) foi dado um dos maiores golpes - conto do vigário - na população tola, que acredita na Rede Globo, que compra os produtos que ela anuncia, que doa para as "instituições de caridade" abençoadas pela Globo (tipo Criança Esperança).
Pobre população ludibriada que se comove com os trambiques glamourizados da televisão.
O Crítico
terça-feira, 2 de junho de 2009
Elogio e Crítica
Texto de Rogério Martins
Elogio é bom e quase todo mundo gosta, mas a crítica...No mundo corporativo é comum observarmos situações onde as relações são baseadas na crítica e punição. Estudos do comportamento humano atestam que desde crianças nossos pais e os adultos com quem convivemos tem papel fundamental para o sucesso de nossas carreiras e ações pessoais. A quantidade de críticas e elogios que recebemos podem ser cruciais para o nosso futuro. Pesquisas da Psicologia revelam que pessoas que foram expostas a ambientes de muita crítica e punição tendem a desenvolver um padrão de comportamento de omissão e submissão. Aceitam tudo e sentem-se constantemente culpadas. Sua produtividade geralmente é aquém das novas exigências do mercado. Quando é cobrado por algum resultado se esquiva, dá desculpas ou chora. Outro padrão de comportamento que pode ser gerado neste mesmo ambiente é totalmente contrário. A pessoa age de forma agressiva, defensiva e desafiadora. Quando é pressionada tende a agir compulsivamente.Já aqueles que foram demasiadamente elogiados apresentam características de arrogância e prepotência. Acreditam que o mundo estará sempre aos seus pés. Tratam os outros como súditos. Desprezam as hierarquias e querem o poder a todo custo. Apresentam dificuldades para compreender a dimensão ética das relações.O equilíbrio entre crítica e elogio na vida pessoal e no mundo corporativo é fundamental para a geração de um bom ambiente familiar e profissional. Algumas empresas estimulam seus funcionários a sessões de feedback programado. Outras estruturam diversos tipos de avaliações, como: competência, performance, desempenho, participativa por objetivos etc. Assim, tem mais chances de apontar claramente os caminhos, cobrar resultados ecriar um clima organizacional favorável para as mudanças. Em meio a tudo isso, é fundamental o treinamento e desenvolvimento das lideranças. Ao líder cabe o papel principal de estabelecer critérios e aplicar as críticas e elogios. Com isso, garantir o equilíbrio no clima organizacional e o aumento da produtividade.A crítica, na sua essência, significa exame, apreciação que se faz de uma obra. Portanto, quando fazemos uma crítica ela deverá ser sobre o conjunto da obra, uma idéia, ações tomadas, fatos e não sobre uma pessoa. O que ocorre muitas vezes no cotidiano profissional e na vida social é exatamente o contrário. Por isso, a maioria das pessoas tem dificuldade em aceitar uma crítica, pois se sentem ameaçadas, punidas, menosprezadas e até mesmo humilhadas. Isso me faz lembrar da história vivida pelo Pedro, ou como os mais chegados o chamavam: Pedrão. Sujeito simpático, falante, sempre com um sorriso no rosto, demonstrando sempre estar de bem com a vida. Sua característica principal era a franqueza. Sempre falava o que pensava. Certa vez Pedrão foi convocado para participar de um projeto onde não tinha muita experiência. Como seu chefe insistiu e disse que daria todo apoio, Pedrão aceitou, afinal poderia ser mais uma oportunidade de mostrar suas qualidades. O projeto começou e nosso bravo personagem começou a perceber que tudo aquilo não tinha nada a ver com sua área de atuação e, por isso, precisaria de mais tempo para estudar, aprender e poder colaborar no projeto. Certamente que este tempo não foi lhe dado, afinal o prazo para a entrega do projeto era muito curto e precisava de todo o esforço dos envolvidos. O fato é que Pedrão não se saiu muito bem. Perdeu dias debruçado em materiais, livros, apostilas e relatórios para tentar entender o projeto. Passava horas a mais na empresa para dar conta do seu serviço e se inteirar do plano. Tudo em vão. O resultado foi uma gastrite que passou a conviver com ele diariamente e a briga homérica que teve com o responsável pelo projeto. A gastrite não vem ao caso detalhar, mas sobre a discussão...Tudo começou quando Pedrão resolveu apontar algumas falhas na condução do projeto. Na verdade, o responsável pelo projeto realmente cometeu alguns erros no planejamento e isso gerou certo atraso, mas não foi o fator principal. Houve um misto de incompetência da equipe, falta de experiência dos participantes, prazo muito curto, falta de apoio da diretoria e outros detalhes menores. No fim sobrou para o Pedrão. Certo dia, no meio de uma das muitas reuniões de planejamento - munido de boa intenção - tascou a famosa “crítica construtiva”. Disse que o projeto continha falhas graves e que achava não ser possível completar no prazo estipulado. Apontou também a falta de habilidade do coordenador em liderar a equipe. Sua forma direta e repleta de “achismos” chocou a todos. Nesta reunião, além do coordenador do projeto, estavam mais seis pessoas de diversas áreas que completavam a equipe. O resultado foi catastrófico! O responsável sentiu-se ofendido e esbravejou: como alguém que não tem experiência no assunto pode falar algo desse jeito, ainda mais na frente de todo mundo?Bem, a conclusão desta história é que crítica construtiva é balela. Ela só será construtiva se o outro assim entender. Se ele perceber sua utilidade. Quando uma crítica é apontada, por melhor que seja a intenção, somente o outro poderá julgar sua aplicação. Em resumo crítica é crítica, ou seja, é apreciação desfavorável, é apontar falhas, é censura. A forma como é feita pode mudar muita coisa, até sua aceitação.Sendo assim, antes de fazer uma crítica é fundamental perceber se o momento é adequado, escolher o local apropriado e analisar os resultados que esta ação poderá gerar. Mesmo sendo a mais pura verdade, nem todos entenderão assim. Quando tiver de fazer uma crítica vá direto ao ponto e apresente fatos. Pois como diz a sabedoria popular, contra fatos não há argumentos.Voltando ao início deste artigo: criticar é fácil, já elogiar... Lembre-se que em termos de crítica e elogio vale a seguinte regra: critique em particular, só para as pessoas envolvidas; e elogie publicamente, pois todos sentirão orgulho de pertencer a uma organização onde as pessoas são reconhecidas e valorizadas pelo seu caráter e competência.
O Crítico
segunda-feira, 1 de junho de 2009
É triste mas é verdade!!!!!!!!!!!!!!!
Até parece bricadeira, mas este tipo de coisa é difíl de aceitar. Ser dono de banco no Brasil deve ser o melhor negócio no Mundo, pois se o negócio for quebrar por vários motivos, principalmente por incompetência administrativa, o nosso governo não deixa. Ele reune uma quantidade monstruosa de dinheiro e empresta para o banco com uma condição excepcional. Caso o banco não consiga pagar, ele renegocia, isenta, ou faz qualquer outra coisa para não deixa o banco quebrar.E eu me quebrando para pagar o IPVA!
O Crítico
Fonte da Imagem: Blog Os Diaristas - Zero Hora. Junho, 2009.
A VERDADE E A MAGIA DA COMUNICAÇÃO
A VERDADE
"Certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse seu sonho."Que desgraça, senhor!" - exclamou o sábio. "Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!" "Mas que insolente!", gritou o sultão. "Como se atreve a dizer tal coisa?! "O sultão chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.Ordenou, em seguida, que chamassem outro sábio, para interpretar o mesmo sonho.O outro sábio disse:- Senhor, uma grande felicidade vos está reservada!!!O sonho indica que irá viver mais que todos os vossos parentes!A fisionomia do sultão iluminou-se e ele mandou dar cem moedas ao sábio.Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou:- Como é possível?A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega e, no entanto, ele levou chicotadas e você moedas de ouro!- Lembre-se sempre, amigo - respondeu o sábio - que tudo depende da maneira de dizer as coisas.E esse é um dos grandes desafios da humanidade!É daí que vem a felicidade ou a desgraça;a paz ou a guerra.A verdade sempre deve ser dita, não resta a menor dúvida, mas a forma como ela é dita é que faz toda a diferença.
A MAGIA DA COMUNICAÇÃO
Havia um cego que pedia esmola à entrada do Viaduto do Chá, em São Paulo.Todos os dias passava por ele, de manhã e à noite, um publicitário que deixava sempre alguns centavos no chapéu do pedinte.O cego trazia pendurado no pescoço um cartaz com a frase:CEGO DE NASCIMENTOUMA ESMOLA POR FAVOR
Havia um cego que pedia esmola à entrada do Viaduto do Chá, em São Paulo.Todos os dias passava por ele, de manhã e à noite, um publicitário que deixava sempre alguns centavos no chapéu do pedinte.O cego trazia pendurado no pescoço um cartaz com a frase:CEGO DE NASCIMENTOUMA ESMOLA POR FAVOR
Certa manhã o publicitário teve uma idéia, virou o letreiro do cego ao contrario e escreveu outra frase. À noite depois de um dia de trabalho perguntou ao cego como é que tinha sido seu dia.O cego respondeu, muito contente:- ATÉ PARECE MENTIRA, MAS HOJE FOI UM DIA EXTRAORDINÁRIO. TODOS QUE PASSAVAM POR MIM DEIXAVAM ALGUMA COISA.AFINAL O QUE É QUE O SENHOR ESCREVEU NO LETREIRO???O publicitário havia escrito uma frase breve, mas com sentido e carga emotiva suficientes para convencer os que passavam a deixarem algo para o cego. A frase era:EM BREVE CHEGARÁ A PRIMAVERA E EU NÃO PODEREI VÊ-LA.
A maioria das vezes não importa O QUE você diz, mas COMO você diz, por isso tome cuidado em como falar com as pessoas, pois isso tem um peso positivo ou negativo naquilo que você quer dizer." ESTA É A MAGIA DA COMUNICAÇÃO"
O Crítico
sexta-feira, 29 de maio de 2009
"Caixa-Preta" da Petrobrás.

Aos poucos, o Brasil está começando a compreender que as denúncias contra a Petrobrás indicam a necessidade de fazer, com ampla liberdade, uma análise profunda dos atos da administração da empresa.
Por isso, é necessário que a Comissão Parlamentar de Inquérito faça a auditagem, com seriedade e dignidade. O Senado tem que fiscalizar se há uso político servindo como instrumento para a consolidação de projeto de poder, ou de perpetuação no poder, o que é mais inquietante.
A CPI é um instrumento do Legislativo para fiscalizar o Executivo e o Judiciário. É através dos instrumentos democráticos de fiscalização que o povo fica sabendo quem rouba o nosso dinheiro.
A CPI tem a obrigação de colocar o dedo na ferida do maior curral eleitoral lulopetista, a Petrobrás. A galinha de ovos de ouro. A iniciativa de instalar a CPI é legítima. A investigada, como todas as demais empresas públicas, não está acima da Lei. O povo sabe separar o joio do trigo, por isso, não acredita que o “inquérito é coisa de extrema violência”, como refere o “companheiro da tropa de choque ” presidente e relator da CPI.
A oposição tem o dever de agir com imparcialidade. Há o que investigar. A caixa-preta da Petrobrás precisa ser aberta. O Tribunal de Contas da União detectou possíveis irregularidades nos contratos de construção de plataformas para a exploração de petróleo e de superfaturamento na construção da Refinaria Abreu Lima, localizada no Município de Ipojuca, em Pernambuco.
A Polícia Federal apontou mais dois indícios de fraudes em licitações para a reforma de plataformas e denúncias de desvios em repasses de comissões (royalties) pagas a municípios pelo petróleo extraído.
O Ministério Público Federal também investiga suspeita de fraude em pagamentos e indenizações da Agência Nacional do Petróleo a usineiros. Há também suspeitas de manobras contábeis, pelas quais a Petrobrás deixou de pagar R$ 4,3 bilhões em impostos e a malversação de verbas para patrocínios culturais. (Fonte Jornal Senado,ed.18/24/09.)
O Planalto é quem nomeia presidente e diretores. Alegando que “o petróleo é assunto estratégico”, mantém a sete chaves a caixa-preta e seus esqueletos, proibindo a sociedade e acionistas de conhecerem para quem são destinadas as verbas sociais e culturais. É um império de pragmatismo eleitoreiro e de blindagem à corrupção.
A mídia tem noticiado a liberdade que a empresa tem de realizar compras sem licitação. O Brasil está infectado de corrupção e impunidade, com procedência na leniência do Governo.
A Petrobrás é do Brasil! É nossa! Não do lulopetismo! A Constituição Brasileira garante ao povo o direito de conhecer o conteúdo da “Caixa-Preta” da Petrobrás.
Por isso, é necessário que a Comissão Parlamentar de Inquérito faça a auditagem, com seriedade e dignidade. O Senado tem que fiscalizar se há uso político servindo como instrumento para a consolidação de projeto de poder, ou de perpetuação no poder, o que é mais inquietante.
A CPI é um instrumento do Legislativo para fiscalizar o Executivo e o Judiciário. É através dos instrumentos democráticos de fiscalização que o povo fica sabendo quem rouba o nosso dinheiro.
A CPI tem a obrigação de colocar o dedo na ferida do maior curral eleitoral lulopetista, a Petrobrás. A galinha de ovos de ouro. A iniciativa de instalar a CPI é legítima. A investigada, como todas as demais empresas públicas, não está acima da Lei. O povo sabe separar o joio do trigo, por isso, não acredita que o “inquérito é coisa de extrema violência”, como refere o “companheiro da tropa de choque ” presidente e relator da CPI.
A oposição tem o dever de agir com imparcialidade. Há o que investigar. A caixa-preta da Petrobrás precisa ser aberta. O Tribunal de Contas da União detectou possíveis irregularidades nos contratos de construção de plataformas para a exploração de petróleo e de superfaturamento na construção da Refinaria Abreu Lima, localizada no Município de Ipojuca, em Pernambuco.
A Polícia Federal apontou mais dois indícios de fraudes em licitações para a reforma de plataformas e denúncias de desvios em repasses de comissões (royalties) pagas a municípios pelo petróleo extraído.
O Ministério Público Federal também investiga suspeita de fraude em pagamentos e indenizações da Agência Nacional do Petróleo a usineiros. Há também suspeitas de manobras contábeis, pelas quais a Petrobrás deixou de pagar R$ 4,3 bilhões em impostos e a malversação de verbas para patrocínios culturais. (Fonte Jornal Senado,ed.18/24/09.)
O Planalto é quem nomeia presidente e diretores. Alegando que “o petróleo é assunto estratégico”, mantém a sete chaves a caixa-preta e seus esqueletos, proibindo a sociedade e acionistas de conhecerem para quem são destinadas as verbas sociais e culturais. É um império de pragmatismo eleitoreiro e de blindagem à corrupção.
A mídia tem noticiado a liberdade que a empresa tem de realizar compras sem licitação. O Brasil está infectado de corrupção e impunidade, com procedência na leniência do Governo.
A Petrobrás é do Brasil! É nossa! Não do lulopetismo! A Constituição Brasileira garante ao povo o direito de conhecer o conteúdo da “Caixa-Preta” da Petrobrás.
Fonte Texto: Cordeiro, R. "Caixa-Preta" da Petrobrás. Disponível em: <www.cidadesn.com.br> Acessado em: 29 de maio de 2009 às 15:00.
Fonte Imagem: Oliveira. Blog os Diarista - Zero Hora. Maio de 2009.
O Crítico
Quem São as Pessoas de Sucesso.
Em geral, achamos que as pessoas de sucesso são ricas e/ou têm acesso e destaque na mídia de massa (TV e jornal). O resultado de nossa pesquisa confirmou isso. Com isso, o universo das pessoas elegíveis nos faz concluir que poucas pessoas deram certo na vida. Na verdade, muito poucas. Isso é uma loucura. Para cada Ayrton Senna, há dezenas de mecânicos e técnicos que contribuíram de maneira decisiva para as vitórias do grande piloto. Para cada Gerdau, há centenas de funcionários que não chegaram a ser gerentes, mas são felizes. Para cada Lula, existem milhões de brasileiros anônimos que conseguem realizar seus sonhos. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não é ninguém porque não conhece o castelo de Caras ou não possui um carro nem a casa maravilhosa. Todo dia vejo porteiros semi-alfabetizados levando na garupa de sua bicicleta seus filhos para a escola. O Zé, porteiro aqui do prédio é um deles. O seu maior orgulho é poder contar que embora não tenha concluído o ciclo básico, conseguiu fazer seu filho mais velho entrar na Universidade. Conversei com este filho esta semana e ele se mostrou super orgulhoso do pai que tem. Para mim, o Zé é um cara de sucesso! A conseqüência de não valorizarmos as pessoas “comuns” é maior do que pensamos. Como aponta o consultor Roberto Shinyashiki, “O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência”. As pessoas decoram as respostas que devem ser dadas na entrevista de seleção e quem acaba contratado, via de regra, é a pessoa boa em conversar, em fingir, e não a mais competente. Como aponta Shinyashiki, o modelo de gestão adotado na maioria de nossas empresas “cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento”. Todos os discursos e boa parte dos cursos procuram motivar as pessoas. Claro que muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é falta de competência. Além do que, os incompetentes motivados são capazes de fazer besteiras monumentais!
O Caetano Veloso tem uma frase que para mim é uma síntese do Brasil. Em 1968, quando o júri do festival da Record desclassificou sua música Alegria, Alegria, Caetano disse que "o júri é simpático, mas é incompetente". O brasileiro é, reconhecidamente, simpático. Morei na França 5 anos e eles se acham (sobretudo os parisienses) antipáticos e nos reconhecem como um dos povos mais simpáticos do planeta. Mas somos, em geral, incompetentes! Os vendedores não conhecem os produtos que vendem, o farmacêutico não é farmacêutico e o jogador de futebol não consegue falar três frases corretamente. Claro que isto é uma generalização redutora. A vida é muito rica e diversa do que esta afirmação genérica que fiz, mas acho que, em geral, é verdade.Pior, como poucas pessoas conseguem ser elas mesmas e a maioria não consegue ter o que gostaria, parece que o objetivo de vida das pessoas passou a ser parecer... As pessoas parecem que sabem, parecem que fazem, parecem que acreditam. UHU!!!Muito poucos são humildes para confessar que não sabem. A esperança de mudança continua sendo depositada em heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico ou o jogador. Quem vai salvar minha vida? O terapeuta. Será???Não somos super-heróis nem super-fracassados... Uma das coisas boas de uma crise (econômica ou pessoal) é que ela pode nos ajudar a entender que somos os únicos responsáveis pela nossa própria vida e que só depende de nós para nos libertar desta tirania da aparência.
Uma das coisas que procuro fazer para tentar evitar essa tirania é observar atentamente as pessoas que cedem a ela. Toda vez que vou ao barbeiro procuro ler a revista Caras para tentar entender o que se passa na cabecinha daquelas pessoas. E reparei alguns traços em comum entre elas. Em geral são pessoas que gostam de aplauso e elogios públicos, precisam estar com alguém para se sentirem amadas e ter segurança e, em geral, lêem pouco e têm muitas atividades mas pouca reflexão. Vivem uma vida supostamente intensa, correndo de um lado para outro, atendendo celulares, correndo atrás de sonhos que não são os delas... Achamos que o sucesso são estas pessoas, como se o sucesso não tivesse um significado individual. Achamos que o certo é estar feliz todos os dias (?!?). Queremos comprar tudo o que pudermos (quando troquei de carro a secretária na Coppe me deu os "parabéns", eu perguntei por quê???). O resultado da pressa e destes valores é esse consumismo absurdo em que vivemos (olha o Natal aí, gente!!).
Por fim, ouvimos todos os dias os professores, a mídia e os gurus dizerem para fazermos as coisas do jeito certo, como se houvesse um único caminho para se fazer as coisas. As metas podem ser interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não comprar a casa própria, emagrecer ou casar, mas podemos ser felizes vendo a lua, o pôr do sol ou tomando sorvete; ficando em casa sozinho, com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar, indo a praia, ao cinema ou deitado em silêncio ao lado da pessoa amada.
O Drauzio Varella conta que quando trabalhava com pacientes terminais ninguém se lamentava, na hora da morte, por não ter comprado o apartamento dos seus sonhos ou por ter aplicado o dinheiro em ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida. E se, ao invés de grandes projetos, a felicidade for feita de coisas pequenas?
O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Para mim, as pessoas de sucesso são aquelas que trabalham para realizar seus projetos de vida e seus sonhos, não para impressionar os outros, mas para ficar bem consigo mesmas.
O Caetano Veloso tem uma frase que para mim é uma síntese do Brasil. Em 1968, quando o júri do festival da Record desclassificou sua música Alegria, Alegria, Caetano disse que "o júri é simpático, mas é incompetente". O brasileiro é, reconhecidamente, simpático. Morei na França 5 anos e eles se acham (sobretudo os parisienses) antipáticos e nos reconhecem como um dos povos mais simpáticos do planeta. Mas somos, em geral, incompetentes! Os vendedores não conhecem os produtos que vendem, o farmacêutico não é farmacêutico e o jogador de futebol não consegue falar três frases corretamente. Claro que isto é uma generalização redutora. A vida é muito rica e diversa do que esta afirmação genérica que fiz, mas acho que, em geral, é verdade.Pior, como poucas pessoas conseguem ser elas mesmas e a maioria não consegue ter o que gostaria, parece que o objetivo de vida das pessoas passou a ser parecer... As pessoas parecem que sabem, parecem que fazem, parecem que acreditam. UHU!!!Muito poucos são humildes para confessar que não sabem. A esperança de mudança continua sendo depositada em heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico ou o jogador. Quem vai salvar minha vida? O terapeuta. Será???Não somos super-heróis nem super-fracassados... Uma das coisas boas de uma crise (econômica ou pessoal) é que ela pode nos ajudar a entender que somos os únicos responsáveis pela nossa própria vida e que só depende de nós para nos libertar desta tirania da aparência.
Uma das coisas que procuro fazer para tentar evitar essa tirania é observar atentamente as pessoas que cedem a ela. Toda vez que vou ao barbeiro procuro ler a revista Caras para tentar entender o que se passa na cabecinha daquelas pessoas. E reparei alguns traços em comum entre elas. Em geral são pessoas que gostam de aplauso e elogios públicos, precisam estar com alguém para se sentirem amadas e ter segurança e, em geral, lêem pouco e têm muitas atividades mas pouca reflexão. Vivem uma vida supostamente intensa, correndo de um lado para outro, atendendo celulares, correndo atrás de sonhos que não são os delas... Achamos que o sucesso são estas pessoas, como se o sucesso não tivesse um significado individual. Achamos que o certo é estar feliz todos os dias (?!?). Queremos comprar tudo o que pudermos (quando troquei de carro a secretária na Coppe me deu os "parabéns", eu perguntei por quê???). O resultado da pressa e destes valores é esse consumismo absurdo em que vivemos (olha o Natal aí, gente!!).
Por fim, ouvimos todos os dias os professores, a mídia e os gurus dizerem para fazermos as coisas do jeito certo, como se houvesse um único caminho para se fazer as coisas. As metas podem ser interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não comprar a casa própria, emagrecer ou casar, mas podemos ser felizes vendo a lua, o pôr do sol ou tomando sorvete; ficando em casa sozinho, com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar, indo a praia, ao cinema ou deitado em silêncio ao lado da pessoa amada.
O Drauzio Varella conta que quando trabalhava com pacientes terminais ninguém se lamentava, na hora da morte, por não ter comprado o apartamento dos seus sonhos ou por ter aplicado o dinheiro em ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida. E se, ao invés de grandes projetos, a felicidade for feita de coisas pequenas?
O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Para mim, as pessoas de sucesso são aquelas que trabalham para realizar seus projetos de vida e seus sonhos, não para impressionar os outros, mas para ficar bem consigo mesmas.
Fonte: Cavalcanti, M. Quem São as pessoas de Sucesso. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/blogs/inteligenciaempresarial/> Acesso em 29 de maio de 2009 às 13:00.
O Crítico
O começo!
Durante a nossa vida sempre estamos em busca de caminhos para seguir. Durante esta busca são várias as escolhas que temos que fazer, pois Deus deu à nós a opção do livre-arbrítrio, ou seja, a pessoa tem o poder de escolher suas ações.
Os problemas resultantes das nossas escolhas, sendo elas boas ou más, se devem muitas vezes à falta de questionamentos, de críticas, de pesquisas, entre outros pontos. O fato é que muitas vezes agimos por impulso, emoção, paixão e acabamos nos arrependendo de certas decisões, pois deixamos a razão de lado.
Um dos objetivos da criação deste blog é buscar pensar e criticar o que acontece onde vivemos. As atitudes tomadas pelas pessoas formadoras de opinião na nossa sociedade, as nossas crenças, dúvidas, entre outros fatos devem ser constantemente pensados e criticados para que possamos tomar o caminho mais correto ou menos doloroso. E não estou falando em criticar no sentido pejorativo, mas sim no sentido de buscar soluções.
Desta forma, este pode ser um auxílio para refletirmos mais e crescermos como pessoas, com atitudes mais humanas e conscientes, pois aqui pode estar O COMEÇO!
O Crítico.
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